quinta-feira, 5 de abril de 2012

Saudade infinda

Por bocas alheias eu fico sabendo de ti
E silencío essa interminável saudade
que lateja no peito noite e dia...
Porque te ausentas assim?...
Passo as noites vagando pela casa
olhando as paredes,
Elas nada me dizem
Mas em tudo voce está!

A solidão é um assombro
que junto à tristeza,
vai minando-me as forças...
E imersa no vácuo, no buraco negro
desse silêncio infindo
Eu consigo ouvir tua vóz ao longe
dizendo-me "espera-me" sorrindo!

Denise Flor©